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Cresce a venda de livros após um ano de pandemia da Covid-19, diz pesquisa

Até março deste ano, livrarias venderam um milhão de livros a mais que no ano passado

às 16h53
Painel do Varejo de Livros no Brasil aponta um milhão a mais de exemplares vendidos no mês de março
Painel do Varejo de Livros no Brasil aponta um milhão a mais de exemplares vendidos no mês de março
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O isolamento social adotado como uma das medidas preventivas à disseminação da Covid-19, impulsionou ainda mais o hábito da leitura no país. É o que revela um levantamento realizado pela Nielsen Book e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), que apontou que a venda de livros cresceu significativamente após um ano de pandemia.

De acordo com os dados, o mercado editorial cresceu 38,8% em março deste ano, comparado ao mesmo período do ano passado, o que representa, segundo o Painel do Varejo de Livros no Brasil, um milhão a mais de exemplares vendidos.

Essa alta nas vendas resultou em um faturamento de R$ 165 milhões e 3,91 milhões de livros vendidos. A análise foi a primeira realizada durante a pandemia, sendo que além do volume expressivo de vendas, a pesquisa também identificou uma redução no valor médio dos exemplares, que custavam R$ 45,56 no ano passado e passaram a ser comercializados por R$ 42,29 em 2021. Nas editorias de livros educacionais e infantis a redução foi ainda maior, sendo que os livros passaram a custar, em média, R$ 10 a menos.

Mais vendidos

O levantamento também mapeou os estilos de livros mais vendidos durante o período, e entre os destaques estão: educacionais, juvenis, infantis, ficção trade e não ficção especialista. 

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