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Dia do professor: FSLF faz homenagem àqueles que se reinventaram e inovaram na pandemia


às 17h48
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No próximo dia 15 de outubro celebramos o Dia do Professor e para homenageá-los a Faculdade São Luís de França e o Grupo Tiradentes conversaram com aqueles que inovaram nesse período da pandemia e se reinventaram com as aulas online. Na São Luís, a professora Sara Rogéria, que leciona desde 2009 na instituição, foi escolhida para representar seus colegas de profissão nessa homenagem.

Para conhecermos um pouco sobre a relação da professora Sara com a FSLF, ela nos contou sobre como iniciou sua história junto a instituição de ensino. “Comecei como aluna da São Luís na pós-graduação, logo após a conclusão abriram uma seleção, entre os alunos das pós, para professor orientador de TCC. Fiz o processo seletivo e acabei ficando, coincidiu que na época desse ingresso o curso de letras estava na primeira turma e eu acabei indo participar de um evento, apresentei um trabalho na área de literatura e isso me levou para a graduação, de onde eu não saí mais e estou lecionando até hoje”, ressaltou.

Quando se fala das ações do grupo em prol do professor, Sara lembra do momento em que passou no doutorado, no ano de 2017, e contou com todo apoio e valorização da direção da Faculdade São Luís. “Eu estava como professora na faculdade e fazia o doutorado presencial na Bahia, nesse momento surgiu o dilema de como eu conseguiria conciliar isso dentro de uma instituição privada.Foi nesse momento que recebi o apoio necessário, tive meus horários reduzidos ou adequados de modo que eu não perdesse a oportunidade dos meus estudos e mantivesse meu vínculo profissional. Isso foi muito importante, precisava viajar toda semana e conseguir fazer o doutorado sem conquer prejuízo no meu vínculo. Quando penso em ações em prol, a primeira coisa que me vem à mente é isso. A gente sabe que fazer o doutorado fora do estado muitas vezes implica em quebra de vínculo e isso nunca ocorreu”, lembrou.

Outro ponto que recebeu destaque da docente foi o compromisso da instituição no momento pandêmico, que possibilitou a execução do trabalho dos professores sem maiores prejuízos. “Em março do ano passado fomos comunicados que não haveria aula presencial, quinze dias depois nós professores já tínhamos acesso a tudo, tínhamos o conhecimento do que seria feito e de como as coisas continuariam apesar da pandemia. Essa mudança se deu a partir do processo de formação dos professores, porque nós somos formados para lidar com as aulas nesse modelo, anteriormente usávamos as ferramentas para interação com alunos, mas não como instrumento utilizado para a aula. Além disso, fizemos vários cursos que possibilitaram uma melhor execução do nosso trabalho, nesse período eu estava em outras frentes que demoraram cerca de 6 meses para fazer essa transição do mundo físico para o virtual”, relatou.

Inovação

Para a professora a pandemia trouxe muitas modificações e inovações que foram positivas para o ensino. “Gosto muito de colocar outras vozes em sala, no ambiente físico era muito difícil, às vezes queria trazer pessoas de fora do estado e isso demanda tempo e custos. Quando chegou a pandemia eu vi essa possibilidade de abrir a aula virtual para outras vozes, pude trazer uma professora de Angola para trocar experiências e foi uma troca incrível, experiência rica. O que não poderia ser possível em outro momento”, exemplificou.

Outro aspecto positivo lembrado por Sara foi a possibilidade de construir uma nova dinâmica em sala de aula. “Juntei aspectos diferentes, usei o audiovisual, texto para além da nossa programação, enfim, foi um momento que possibilitou pois estávamos todos conectados na internet. No físico nós tínhamos os alunos que não podiam chegar no horário devido ao trabalho e no online não acontece, às vezes o aluno entrava no trajeto para casa e participando”, destacou.

Sobre ser professor

“Sempre vou dizer, não existe nenhuma profissão sem ter alguém que ensine, não há como um país andar sem ter a classe profissional responsável pelo ensino. É a classe docente que movimenta o conhecimento no país. Se temos uma classe que muitas vezes não é reconhecida pela sua importância dentro da construção social, nós vamos ter resultados em números que apontam para a necessidade de mudança. Se tira a figura do professor dessa engrenagem que é a sociedade, a máquina não funciona”, declarou.

Para finalizar a professora Sara deixa seu recado sobre o que é ser professor. “Ser professor não é só vocação, é inspiração e transpiração. Podemos até ter o desejo de ser professor, mas precisamos transpirar para que isso aconteça”.

Presente

E atenção professores! O Grupo Tiradentes em parceria com o Social Bank vai presenteá-los com um cartão digital de vale presente no valor de R$40,00. O cartão será enviado para o e-mail dos docentes até o dia 18/10. Fiquem atentos aos seus e-mails e também à caixa de Spam!

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