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Para comemorar o Dia do Cinema Brasileiro, que tal algumas dicas de filmes para assistir no fim de semana?


às 17h08
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Neste sábado, 19 de junho, é comemorado o Dia do Cinema Brasileiro. E que tal aproveitar a data para conhecer um pouco mais sobre as produções nacionais? Para isso preparamos uma lista com alguns filmes considerados pelos críticos de cinema, como imperdíveis. Confira as dicas e bom fim de semana!

De Onde Eu Te Vejo (2016) – longa de Luiz Villaça sobre um casal adulto que se separa, mas continua vivendo em apartamentos vizinhos. O filme se destaca por apostar em protagonistas fora da faixa etária padrão de 20 a 30 anos (ou menos) e, além dos personagens, também trabalha a cidade como protagonista, com atenção especial à arquitetura.

Hoje eu Quero Voltar Sozinho (2014) – Representante brasileiro no Oscar 2015 (que ainda não divulgou a lista definitiva), “Hoje eu Quero Voltar Sozinho” escolhe um caminho diferente dos dois anteriores: o romance adolescente. O filme toca em dois temas polêmicos – a cegueira e a homossexualidade – mas o faz com naturalidade, desenhando uma história doce de amor e amizade com um tempero nostálgico.

Nise: O Coração da Loucura (2015) – Após sete anos de reclusão, a doutora Nise da Silveira volta a trabalhar em um hospital psiquiátrico. Chegando lá, ela se nega a aplicar em seus pacientes tratamentos violentos, como eletrochoque e lobotomia. Por isso, é isolada e desacreditada pelos colegas de trabalho, restando a ela assumir o abandonado Setor de Terapia Ocupacional. Nise recomeça as atividades do setor, tratando seus pacientes por meio da arte.

Gonzaga – De Pai para Filho (2012) – Baseada em conversas realizadas entre pai e filho, o filme narra a vida do cantor e sanfoneiro Luiz Gonzaga, conhecido como O Rei do Baião ou Gonzagão, e de seu filho, popularmente chamado de Gonzaguinha.

O Som ao Redor (2013) – filme do aclamado diretor Kleber Mendonça é, segundo a Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), o 15º melhor filme da história do cinema nacional. O Som ao Redor começa com a chegada de uma milícia a uma rua de classe média da cidade do Recife, onde diferentes narrativas acabam se cruzando.

Quincas Berro d’Água (2010) – Baseado na obra de Jorge Amado, com direção de Sérgio Machado, Quincas Berro d’Água é uma daquelas comédias que permitem ótima reflexão. Quincas é um funcionário público que, cansado de sua vida, resolve cair na folia, ganhando fama como Quincas Berro D’Água, o rei dos vagabundos.

O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias (2006) – Durante a Copa do Mundo de 1970, os pais de Mauro dizem ao filho que vão sair de férias, mas na verdade estão saindo do país para escapar da repressão na ditadura militar. Sem entender, o garoto de 12 anos acaba indo morar com um judeu solitário em seu prédio em São Paulo. Indicado ao Urso de Ouro.

Lisbela e o Prisioneiro (2003) – Do mesmo diretor de “O Auto da Compadecida”, “Lisbela e o Prisioneiro” segue o mesmo estilo teatral, adaptando a peça de Osman Lins. Arraes tece uma fábula romântica sobre um malandro conquistador e uma mocinha sonhadora, que rege sua vida de acordo com os filmes de Hollywood.

O Auto da Compadecida (Guel Arraes, 2000) – Queridinho do público brasileiro, este filme-teatro inspirado na obra de Ariano Suassuna reúne a poderosa dupla formada por Matheus Nachtergaele e Selton Mello. Os dois são pequenos golpistas que lutam para sobreviver no sertão nordestino, até que se envolvem com um perigoso cangaceiro. Eventualmente, eles terão que lidar com Deus, o Diabo e a Virgem Maria.

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