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Tomar probióticos realmente faz bem?


às 13h29
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Probióticos são microorganismos que podem ser apresentados liofilizados, em pó, cápsulas ou já dentro de alguns alimentos como iogurte. Eles precisam de prebióticos, ou seja, nutrientes que eles usam para sua alimentação e proliferação. Uma boa alimentação inclui alimentos prebióticos.

Uma flora intestinal saudável e rica em probióticos começa a ser formada desde o nascimento, especialmente quando o bebê nasce por parto normal e quando é amamentado com exclusividade durante o início da vida.

Os principais benefícios dos probióticos incluem:

·         Combater e prevenir doenças intestinais, combater doenças como câncer, candidíase, hemorroidas e infecção urinária;

·         Melhorar a digestão e combater a azia

·         Combater a prisão de ventre e a diarréia regulando o trânsito intestinal;

·         Aumenta a absorção de nutrientes, como vitamina B, cálcio e ferro

·         Fortalecer o sistema imunológico;

·         Impedir a proliferação de bactérias ruins no intestino;

·         Ajudar a digerir a lactose;

·         Prevenir problemas como obesidade, colesterol alto e hipertensão;

·         Prevenir alergias e intolerâncias alimentares;

·         Ajudar a melhorar o humor, entre outras coisas.

Muitas pessoas acham que por haver vários benefícios dos probióticos a ingestão deles será benéfica, mas a realidade é que nem sempre isso vai ser verdade.

Ao fazer uso de probióticos, ainda que tendo a necessidade de melhorar a qualidade da microbiota, o que pode ocorrer são as disputas entre as bactérias que já estão instaladas no intestino contra as que estão sendo suplementadas.

O grande fator não é sobre a quantidade de probióticos que deve aumentar na suplementação, mas de como oferecer, através da alimentação, os nutrientes necessários para que aquela microbiota consiga combater os patógenos e se multiplicar.

Sem recomendações ou orientações sobre a ingestão, não tem como saber se será benéfico ou em vão. O ideal é procurar um profissional para que a necessidade seja avaliada e a ingestão, caso seja necessária, aconteça com um acompanhamento qualificado e seguro para a saúde e o equilíbrio da flora bacteriana. 

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