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Como a interação das IES com as escolas ajudam a fomentar o ingresso no curso correto para o candidato


às 14h58
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Após longos anos de estudos, o fim do ensino médio se torna uma etapa concluída e logo após surgem outras etapas que vão precisar ser encaradas com mais responsabilidade. A fase posterior a escola é repleta de dúvidas e pressões para decisões que impactam a vida dos jovens, sendo uma delas, a entrada na faculdade.

O esperado ingresso ao ensino superior representa um período delicado de mudanças. A adaptação ao novo estilo de vida e ritmo de estudo pode não ser tão simples. O que pode dificultar ainda mais essa adaptação é a escolha precipitada do curso, seja por influência, indecisão ou qualquer outro fator, alguns não escolhem com calma o que desejam cursar, se arrependem e acabam abandonando a faculdade nos primeiros períodos.

Para evitar que esse tipo de situação aconteça, é importante que os alunos do ensino médio estejam por dentro do ambiente do ensino superior e para isso, é preciso que as IES interajam com as escolas a fim de preparar os alunos para essa nova fase. O administrador/ diretor do Master digital, Jorge Ferreira explica como essa interação se faz necessária:

“A IES precisa estar perto do aluno, conhecer seu ritmo, trabalhar diretamente o aluno como um ser único, e não uma fatia estatística, afinal realidades diferem. Um caminho interessante sempre será apresentar, não apenas mostrar, mas fazer com que este futuro universitário possa provar do que ele acha que será o seu futuro. Promover práticas, interações, acompanhadas de orientação vocacional consistente. Testes simples acabam não ajudando, é preciso ter profundidade”, diz Jorge.

Ele acredita que o aluno de hoje por ser hiper conectado, conhece tecnologias e consegue enxergar o universo que o cerca, por conta disso carreiras tradicionais devem ser colocadas sob a ótica da estrutura, da possibilidade de obtenção de currículos e diplomas atualizados, além da sua notoriedade técnica e social.

“A educação básica já compõe isso de forma curricular e extracurricular, é uma ferramenta importante, e talvez seja o melhor ponto de contato, a parceria, a interação com o que chamamos de próximo passo. Fazer dessa passagem o mais suave possível. União é a palavra. Provimento de ações conjuntas, concretas e sequenciais. Não é a construção por ‘profissão’ A ou B, é o processo de maturidade da escolha, seja do curso, seja da IES”, conclui o administrador.

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