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Confira dicas para ajudar pais e crianças durante as aulas online


às 16h16
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O cenário atual de pandemia, nos apresentou, além da COVID-19, uma mudança que passou por toda a rotina de casa, do trabalho e a vida das crianças e jovens quanto ao processo educativo. E este último quesito tem levado alguns pais e responsáveis a momentos de loucura dentro de casa.

Pensando em ajudar esses pais, que caíram de paraquedas na função professores, resolvemos conversar com a professora da Faculdade São Luís de França, Alana Vasconcelos, que vai dar algumas dicas.

De acordo com Alana, uma das perguntas mais frequentes que recebo desde então, principalmente de quem tem criança iniciando ou para iniciar a vida escolar é: – Professora, como ajudar meu filho a estudar? Se não sou da área, não lembro mais os assuntos, dentre outros motivos.

Agora vamos às dicas:

. O primeiro ponto é manter a calma. Sim! Com calma, organize num papel ou no celular, onde queira, a rotina de cada um que mora com você. Com isso, estabeleça uma rotina, principalmente para as crianças. Por meio de um quadro, papel e ou mural, construa com imagens, recorte e cole com seu pequeno a rotina que ele terá. Lembre sempre de dizer que é um momento em que todo mundo precisa colaborar. A família aqui, deve ser uma equipe.

. O segundo ponto é criar um canto para cada atividade. Isso mesmo! Mostre para sua criança os espaços que ela terá para estudar, para brincar e os horários. No caso das crianças que estão em fase de alfabetização com seus 5 a 6 anos, necessário e extremamente importante é: a participação e acompanhamento dos seus responsáveis nas atividades escolares. Como as aulas estão on-line, na maioria das escolas, se arrume com sua criança e fique em frente ao computador e/ou recurso digital, ao menos, 5 minutos antes da aula. Demonstre alegria e aproveite o momento da partilha. Conheça a plataforma utilizada pela escola e ensine a criança a ver seus professores e colegas, a interagir com seus pares. Assim, ela se engaja mais com o tempo.

. Terceiro ponto é a vestimenta. Como disse no parágrafo anterior, arrume sua criança com a farda da escola. Dessa maneira, ela vai começar a associar que estará prestes a estar com seus pares, como sempre foi. Porém, agora, a escola está indo até ela e, portanto, a roupa deve ser adequada para o momento. Enquanto adulto, sabemos que existem “roupas” para ir a cada lugar. Então, faça parte desse momento e contribua com a boa regra de convivência e conduta ética. Lembre-se, você agora, mais do que nunca, é o exemplo que a criança vai seguir!

. Quarto ponto é a organização do ambiente para aprendizagem. Escolha um lugar na casa que tenha pouco movimento e informação. Sabemos que manter a concentração, principalmente das crianças menores de sete anos é um desafio, então, um ambiente ventilado e com pouca distração é essencial para favorecer a atenção seletiva/sustentada que a criança precisa para aprender. Uma dica: compre materiais pedagógicos. Sim. Estimule a criança a aprender brincando em horários contrários, escolhendo o material certo para cada idade. Já conhece a empresa (www.advpedagogia.com.br)? Vale a pena conferir e garantir os cadernos do alfabeto, o caderno com atividades matemáticas, o jogos das emoções e muito mais.

. Ergonomia. Cuidado com a postura. Estudar deitado? Hum! Evita problemas futuros. Então, veja se a criança ou o adolescente estão sentados corretamente. Cuidado com fios, cabos e tomadas. Opte por organizar bem os aparelhos a serem utilizados durante as aulas. Confira tudo. Lembre-se que você é o exemplo.

Por fim, chegaremos aos processos de avaliação. Geralmente, a avaliação (somativa) é um processo exaustivo para os adolescentes e para crianças também. Importante mostrar que a calma é essencial para que o processo flua. Crie uma rotina de exercício para todos em casa e tente manter uma boa alimentação. Todo esse conjunto (emoções, exercícios, alimentação, “água”), são a receita para o sucesso e uma longa vida.

Para os adolescentes, estimule sempre a autonomia deles e mostre que o alcance dos objetivos só depende, unicamente, do esforço diário que ele fizer.

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